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terça-feira, 6 de julho de 2010

Relembrando os uniformes da Maravilhosa


Credito da materia aos

Melhores do Mundo

Bom, quem aí gostou do novo uniforme da Mulher-Maravilha? Eu achei meio capenga, mas levando em conta que as vendas da revista da Diana estavam mais caídas que o pinto do Coringa depois de passar o Lico de Cair Pinto, a DC tinha que reformular a personagem.

Mas vamos dar uma olhada em todos os uniformes bacanas (ou não) que a Magavilha já teve?

[Mais:]

1942: o primeiro uniforme

Esse, pra mim, é um dos melhores uniformes da Magavilhosa. Simples e clássico, com um penteado bem pin-up! Ela tinha um quê de Bettie Page.

Acho que o único problema eram os braceletes. São pequenos demais para aparar as balas.


1942: o shortinho

Ainda em 1942, a Maravilhosa abandonou a saia e usou um shortinho daqueles de ciclista. Também achei maneiro!

E só eu gostava dessa águia no peito?


1950: pouca mudança

Aqui, a única coisa que mudou foi a sandália. Agora parece uma sandália dos antigos gladiadores - o que é legal!


1958: os cavados

Aos poucos, a Mulher-Maravilha vai usando um shortinho bem menor - o que deve ter aumentado significantemente o número de punhetas dos jovens norte-americanos no final dos anos 50.


1973: "...mas os meus cabelos..."

Foi no final dos 60 e no início dos 70 que a Maravilhosa assumiu o maiô e soltou os cabelos. É mais ou menos daqui que veio a base do uniforme clássico da Maravilhosa até hoje - pelo menos, até a reformulação do Strazza.


1973: A irmã da Magavilhosa

Ainda em 73 conhecemos a Núbia, a irmã negra de Diana. E com ela veio o primeiro uniforme que se inspirava em guerreiros de verdade, com uma armadura prateada, escudo e espada.


1982: o novo logo

No início dos anos 80, Diana troca a águia peitoral pelo WW de "Wonder Woman".


1983: Artemis

Em 83, a DC introduz a Artemis, ancestral da Maravilhosa e primeira Mulher-Maravilha. Ela tem uma armadura bem bacana, com um escudo com o símbolo da águia. Essa, pra mim, é uma das melhores roupas da Magavilhosa.


1987: pós Crise das Infinitas Terras

Depois da Crise, George Perez assumiu o lápis da Mulher Maravilha e deu uma reformulada em alguns aspectos do uniforme - além de encaracolar os cabelos da Diana. Acho que essa versão foi uma das que mais durou.


1987: a amazona

Ainda em 87, Perez criou uma armadura bem bacana pra Diana.


1987: a capa

Ainda neste ano, Pérez de vez em quando colocava Diana usando uma capa.


1992: a armadura

Em 92, tentaram transformar o maiô da Magavilhosa em uma armadura. Neste desenho, você consegue ver os detalhes metálicos.


1993: as primeiras calças

Se você acha o novo uniforme da Magavilha do Strazza inovador, é porque você não viu esse arco de 93 onde a Maravilha vai pro espaço. Aqui eles testam um uniforme bem parecido com esse novo.


Pausa rápida pra lembrar daquele Elseworld do Superboy do futuro, onde vemos a MM usar uma jaquetinha pela primeira vez.


1994: pôxa que côxa!

Aaaah, os anos 90, com seus super-heróis com sungas mínimas e as mulheres sempre de fio dental. Não foi diferente da Maravilhosa, que aposentou o sungão estrelado para usar um fio dental mais pequenininho que a sunga preta que o Nerd Reverso usou nas praias de Saquarema no verão de 2005.


1995: mais jaquetinha

Jaquetinha, top e bermuda de ciclista. Um dos piores uniformes da Maravilhosa.


1995: John Byrne na área!

John Byrne chegou para dar uma repaginada na Maravilhosa e fez um dos melhores uniformes dela: braceletes longos, duas estrelas na calçola e uma estrela bem grande na testa!


1998: de volta à saia

Em 98 o Bryne também criou um uniforme muito foda pra maravilhosa, com saia, escudo e espada.

Acho que funcionaria bem em um filme.


1998: Mike Deodato

Pra seguir a moda, mais jaquetinha!


Em 99, a Maravilhosa chegou a usar um uniforme que tinha umas alças - o que também ficou legal. Deu um ar de armadura pra blusa.


Em 2002 o desenho da Liga da Justiça foi ao ar pela primeira vez... E víamos um uniforme bem classicão da Maravilhosa. Sem inventar muito, Bruce Timm (era ele?) criou um dos melhores uniformes da Diana.


Não sei se vocês se lembram, mas em 2003 teve uma história maluca da Maravilhosa onde ela usou um porrolhão de uniformes diferentes.


Em 2004, na Nova Fronteira, vimos a Maravilhosa usar um uniforme retrô muito bacana, com uma saia de gladiadora e tudo. Bem legal!


Ainda em 2004, Diana usou por algumas edições uma capa e voltou com um escudo e espada.


Em 2007, a DC reformulou mais uma vez o uniforme da Maravilhosa. Poucos detalhes, mas praticamente mudaram o cinto e passaram uma chapinha no cabelo da Amazona.


E agora temos o novo.

E aí? Qual é o melhor uniforme da Mulher-Maravilha?

domingo, 27 de junho de 2010

Mulher-Maravilha

Mulher-Maravilha
http://media.comicvine.com/uploads/3/30154/631803-wonder_woman_super.jpg
Dados sobre publicação
Publicado por DC Comics
Primeira Aparição Histórico: All Star Comics #8 (Dez. de 1941)

Moderna: Wonder Woman vol. 2, #1 (Fev. de 1987)

Criado por William Moulton Marston
Características do personagem
Alter ego Princesa Diana de Themyscira
Espécie Meta-humana
Terra natal Themyscira ou Ilha Paraíso
Afiliações Nação Themyscira
Liga da Justiça
Ocupação Embaixadora, Guerreira e aventureia
Parceria Superman
Batman
Base de operações Themyscira
Parentesco Hipólita (mãe)
Donna Troy (irmã)
Codinomes conhecidos Diana Prince
Habilidades Entre várias habilidades, podemos citar:
  • Força, velocidade, reflexos, resistência, durabilidade e audição sobre-humanas;
  • Vôo;
  • Mestre em combate corpo-a-corpo e habilidade com armas de combate;
  • Empatia com animais;
  • Regeneração espontânea;
  • Resistência à magia
  • Imunidade à ilusões e controles mentais;
  • Habilidade para descobrir a verdade;
  • Acesso à armas mágicas.

http://www.raycaspio.com/wp-content/uploads/2008/04/wonder_woman_41_08_w.jpg

A Mulher-Maravilha (em inglês Wonder Woman) é uma super-heroína de histórias em quadrinhos e desenhos animados da DC Comics. Ela é a princesa de Themyscira (às vezes chamada de Ilha Paraíso), filha da rainha das amazonas, Hipólita. Sua mãe a criou a partir de uma imagem de barro, à qual cinco deusas do Olimpo deram vida e presentearam com superpoderes. Já adulta, foi enviada para o "mundo dos homens" para espalhar uma missão de paz, bem como lutar contra o deus da guerra, Ares. Tornou-se integrante da Liga da Justiça, assim como Superman e Batman. Ela foi a primeira heroína a ser criada, em 1941, pela DC Comics. Estreou em All Star Comics #8 (Dez. 1941).

http://carlosrocha.art.br/images/wonder_woman_by_cakes_colors_by_crocha.jpg

O criador

Em entrevista datada de 25 de outubro de 1940, conduzida pela sua aluna Olive Byrne (sob o pseudônimo de "Richard Olive") e publicado pela Family Circle com o título de "Não ria dos Quadrinhos", William Moulton Marston descrevia o que viu como o potencial educacional das histórias em quadrinhos (um artigo deu sequência a entrevista e foi publicado dois anos mais tarde em 1942).[1] Este artigo chamou a atenção de Max Gaines, que empregou Marston como consultor educacional da National Periodicals e All-American Publications, duas das companhias que se fundiriam para dar forma a futura DC Comics. Foi nesta época que Marston decidiu criar um novo super-herói.

No início dos anos 1940, a DC Comics era dominada pelos personagens masculinos com superpoderes tais como Lanterna Verde, Batman, e o principal deles, Superman. Atribui-se à esposa de Marston, Elizabeth Holloway Marston, a idéia de se criar uma super-heroína:


William Moulton Marston, um psicólogo já famoso por inventar o polígrafo (precursor mecânico do laço mágico), teve a idéia para um tipo novo do super-herói, um que triunfaria não com punhos ou poderes, mas com amor. "Bom", disse Elizabeth. "Mas faça-lhe uma mulher.[2]" Cquote2.png

Marston apresentou a idéia à Max Gaines, co-fundador (junto com Jack Liebowitz) de All-American Publications. Marston desenvolveu a Mulher-Maravilha junto com Elizabeth.[2] Para criar a Mulher-Maravilha, Marston foi inspirado também por Olive Charles Byrne, uma mulher que viveu com ele em situação de poligamia[3] Para escrever as aventuras em quadrinhos da nova super-heroína, Marston usou o pseudônimo de Charles Moulton, combinando seu nome do meio com o de Olive.

Como o criador de um instrumento de medição crucial para o desenvolvimento do detector de mentiras. o polígrafo, Marston conluiu por suas experiências de que as mulheres eram mais honestas e confiáveis do que os homens. E pôde trabalhar com seu personagem mais eficientemente.

Daí, "a Mulher-Maravilha é a propaganda psicológica para o novo tipo de mulher que deve governar o mundo", Marston escreveu.[4] Embora Gloria Steinem tivesse colocado a Mulher-Maravilha na primeira capa autônoma de Ms em 1972, Marston, escrevendo bem antes, projetou a Mulher-Maravilha como representante de um modelo particular do poder feminino. O Feminismo discute que as mulheres são iguais aos homens e devem ser tratadas como elas são. Na mente de Marston, mulheres possuem o potencial não somente de serem tão boas quanto homens: podiam ser superiores em relação a eles.


Outros nomes

Na versão brasileira, já foi erroneamente traduzida como Miss América na época da Editora Ebal. Isto é digno de nota, pois a DC Comics já possuía uma heroína chamada Miss America, e também a Marvel. Em Portugal, a Mulher-Maravilha é traduzida como Supermulher, o que também é errôneo. Supermulher é o nome de duas personagens já existentes da DC Comics, sendo uma vilã do Sindicato do Crime, e outra uma heroína que apareceu em duas aventuras de Superman, e deixou de existir após Crise nas Infinitas Terras.

http://www.supermanhomepage.com/images/characters/who-images/wonder-woman1.jpg

Poderes e habilidades

Os poderes da Mulher-Maravilha são enormes: Força física sobre-humana (capaz de rivalizar com seres poderosos como Superman), grande velocidade e agilidade e grande resistência física. A resistência dela, no entanto, é confusa, dado que pode suportar rajadas de seres poderosos, mas não resiste a balas, flechadas e tiros, e usa seus braceletes para desvia-los. É dito que tem a força de Herácles, a sabedoria de Atena, a beleza de Afrodite e a velocidade de Hermes. No Pré-Crise, ela tinha o dom de planar sozinha, substítuido pela capacidade de voar (atribuída em versões atuais). Também no Pré-Crise, ela possuía telepatia. Ela também é treinada em todas as habilidades de luta armada e desarmada da antiga Grécia. Ela fala as línguas Themysciriana, Grego moderno e antigo, inglês, português, castelhano, francês, chinês, russo e hindi.

http://static.howstuffworks.com/gif/wonder-woman-3.jpg

Armas e equipamentos

A Mulher-Maravilha, além dos poderes, recebeu dos deuses presentes que ajudam a aumentar suas habilidades: dois braceletes indestrutíveis, que usa para desviar projéteis e raios, uma tiara que pode ser usada como bumerangue e um laço mágico inquebrável que faz com que as pessoas tocadas digam a verdade. O laço também fez o deus Ares enxergar a loucura de seus atos, pois se destruísse todos os humanos, não teria mais adoradores. Em histórias posteriores, escritas por Joe Kelly (o arco "Paraíso Imperfeito", na revista em quadrinhos/banda desenhada da Liga da Justiça) foi explicado que este laço (às vezes apelidado de laço da verdade) é um símbolo da verdade em nosso mundo, cabendo a Mulher-Maravilha, portanto, o papel de guardiã da verdade. A Mulher-Maravilha possuia uma espécie de rádio receptor/emissor de ondas telepáticas, com os quais podia se comunicar com as Amazonas que estavam em Themiscyra.

Na versão original a Mulher-Maravilha possuia um avião invisível feito do metal fictício Amazonium (pois ela não voava), causa de muitas piadas (na revista MAD, por exemplo) e que aos poucos foi sendo retirado das histórias. Mas seu uso destacado no seriado da TV dos anos 1970 e nos desenhos dos Super Amigos, fez com que ele fosse reutilizado algumas vezes nesse período. Com a versão da Mulher-Maravilha de George Perez, foi estabelecido que ela pode voar com seus próprios poderes; o avião foi descartado. Recentemente, o avião foi reintegrado a cronologia, sendo um dote da raça dos aliens lansiranianos.

Aparência

Basicamente, a Mulher-Maravilha é uma mulher caucasiana de cabelos pretos (os quais já foram curtos, longos, encaracolados e lisos), usando uma tiara dourada com uma estrela, seios fartos, um traje que combina bustiê vermelho com uma águia dourada como símbolo (sendo substituída por um duplo "W" nos anos 1980 até então), short azul com estrelas brancas e botas de cano longo vermelhas.[5] Depois da guerra civil em que sua mãe foi deposta do trono das Amazonas, a Mulher-Maravilha deixou de usar a tiara.[6]

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História Pré-crise

A Ilha Paraíso era habitada pelas antigas amazonas da mitologia, e não havia homens na ilha. A Mulher-Maravilha veio ao mundo na Ilha Paraíso como uma estátua de menina criada por Hipólita, rainha das amazonas. Tão apaixonada por sua escultura, a rainha pediu aos deuses que dessem vida a figura, e foi atendida (semelhante ao mito grego de Pigmaleão). Recebeu o nome de Diana. Junto com a vida, os deuses também deram várias habilidades a garotinha, que já em tenra idade era forte capaz de arrancar uma árvore a mãos nuas e correr mais que uma gazela. Quando Diana estava adulta, Steve Trevor, piloto da Força Aérea americana colidiu com seu avião na Ilha Paraíso. A Rainha Hipólita decretou que a amazona que vencesse diversas provas entre elas teria a incumbência de levar Steve de volta aos EUA, e se tornaria uma campeã em nome das amazonas em território americano. Proibida de participar por sua mãe, Diana se disfarçou e ganhou o contesto, que incluía lutas armadas sobre kangoos (espécies de canguru nativos da Ilha Paraíso), competição de corrida, e aparar balas com seus braceletes. A Mulher-Maravilha adotou a identidade secreta de Diana Prince, uma enfermeira da Força Aérea americana. Era apaixonada por Steve Trevor. Nesta versão ela não voava realmente (planava em correntes de ar) e usava um rádio de ondas telepáticas. Na história publicada em Sensation Comics #1, janeiro de 1942, havia uma enfermeira de nome Diana Prince, a qual a Mulher-Maravilha ajudou. Esta Diana aceitou deixar que a super-heroína, que desejava ficar do lado do paciente Steve Trevor, assumisse sua identidade enquanto ela partiu para junto de um soldado namorado seu, que estava na América do Sul. Uma das personagens coadjuvantes de maior sucesso era a gordinha Etta Candy, uma das fãs da Mulher-Maravilha denominadas "Garotas Hollyday" (conforme tradução para o português na revista brasileira "Coleção DC 70 anos #3", da Editora Panini, julho de 2008).

Como oponentes, a Mulher-Maravilha tinha diversos vilões clássicos da Era de Ouro dos Quadrinhos (Maligna (originária de Saturno), Giganta, Mulher-Leopardo, Rainha Clea (da Atlântida), Doutora Veneno, a sacerdotisa Zara), algumas reformuladas na Era de Prata e que continuam aparecendo nas histórias modernas.


Sem poderes

No ano de 1969, as amazonas alcançaram seu 10.000º ano na Terra, e com isso tinham que se deportar para outra dimensão, a fim de renovar seus poderes. A Mulher-Maravilha recusou-se a acompanhá-las, pois Steve Trevor, seu amado, havia sido culpado de alta traição pelos Estados Unidos da América, e ela queria encontrá-lo e ajudar a limpar seu nome. Como resultado, Diana perdeu seus poderes e pediu afastamento da Liga da Justiça.

Diana abandonou as roupas tradicionais e os óculos, e passou a adotar um novo visual, para chamar a atenção de Steve e fazer com que ele esquecesse a Mulher-Maravilha e passou a usar o nome Diana Prince. Ela, neste estado, estrelou uma série cujo título em português era As aventuras de Diana (publicada na revista brasileira Quem Foi? da Ebal[7], com algumas histórias reeditadas pela Abril), na qual era um tipo de agente secreto, ajudada por I-Ching, um mestre oriental.

A ausência de poderes durou até 1972, quando Gloria Steinem, a editora real da revista feminista Ms. Magazine (já citada), ofendida pelo fato da maior super-heroína estar sem poderes, a pôs na capa da revista Ms. Magazine #1 com seu traje original. Isto gerou polêmica, e a DC rapidamente, em fevereiro de 1972, restaurou a Mulher-Maravilha com seu traje e poderes clássicos.[8]

http://www.brooklynmuseum.org/community/blogosphere/feministbloggers/wp-content/uploads/Maura/wonder_woman.gif

"Morte"

No final de Crise nas Infinitas Terras, a Mulher-Maravilha recebeu uma rajada do Antimonitor, que involuiu seu corpo de modo que retornou no tempo, voltando a ser barro da Ilha Paraíso. Um último tributo a Mulher-Maravilha Pré-Crise foi vista em Legend of Wonder Woman, mini-série escrita por Kurt Busiek, 1986. Nesta saga, as amazonas se reúnem perante Hipólita, que conta uma aventura de Diana que houve antes de sua "morte". Ao final, a deusa Afrodite aparece, e diz que estava usando seu poder para manter esta versão pré-crise da Ilha Paraíso e suas habitantes a parte das mudanças causadas pela Crise nas Infinitas Terras; Hipólita diz que não deseja isso. Afrodite então atende seu pedido, eliminando os escudos místicos sobre a ilha. A ilha e as amazonas pré-crise começam a se dissolver, como se nunca tivessem existido. Como um último súplicio, Afrodite as transforma em estrelas. Todas as memórias e existência desta versão da Ilha-Paraíso, assim como a Mulher-Maravilha do Pré-Crise, deixam de existir…


Pós-crise

A primeira aparição de Mulher-Maravilha, na cronologia DC pós-Crise, é Wonder Woman vol. 2, #1 (Fev. 1987). Como super-heroína atuando com os outros heróis, ela apareceu na minissérie Lendas.

De acordo com a última redefinição da cronologia da Mulher-Maravilha feita por George Perez após a Crise nas Infinitas Terras, Hipólita e o restante das amazonas seriam a reencarnação de mulheres que ao longo da história morreram como resultado do ódio e da incompreensão dos homens. No caso, Hipólita foi a primeira mulher morta por um homem; a Princesa Diana (A Mulher-Maravilha) era a encarnação da filha não nascida desta mulher. Antes de serem exiladas na Ilha Paraíso, as Amazonas viveram na Grécia, de onde foram banidas após um conflito com Herácles (Hércules) e seus exércitos. Mulher-Maravilha só teria vindo ao mundo dos homens após Crise, o que também causou dela não ter participado da fundação da Liga da Justiça. Atualmente ela também não possui identidade secreta. A Mulher-Maravilha ganhou de Gaia, a Deusa Terra, o poder da telepatia e também o poder dos braceletes, que ao serem tocados soltam rajadas cósmicas capazes de ferir super-seres, além, é claro, de nenhum telepata conseguir invadir sua mente, graças à tiara. Etta Candy se casaria com o já idoso Steve Trevor, reintroduzido nas aventuras atuais.


Vilões

  • Mulher-leopardo
  • Giganta
  • Ares
  • Corporação Vilania
  • Morgana Le Fay (DC Comics)
  • Super-Mulher
  • Circe (DC Comics)

Curiosidades

  • O distribuidor de revistas norte-americano Todd McDevitt pediu Maribeth Castelli em casamento por meio de uma história da Mulher-Maravilha. Ele procurou o editor-chefe da DC Comics, Paul Levitz, e lhe perguntou se seria possível publicar a proposta. Levitz levou a idéia para o editor da revista, que acabou topando. O pedido apareceu na página 20 da publicação número 179 e foi elaborado por Phil Jimenez com base em fotos do casal.
  • Em um episódio de Os Padrinhos Mágicos,Timmy e Poof são raptados por uma àguia,e Wanda diz:"Wanda Maravilha ao resgate!",e se veste como a Mulher Mulher Maravilha,uma clara paródia da super heroína

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Lobo

Lobo
http://comicpod.com/wp-content/uploads/2010/03/Lobo.jpg
Dados sobre publicação
Publicado por DC Comics
Primeira aparição Omega Men # 3 (Junho de 1983)
Criado por Roger Slifer
Keith Giffen
Características do personagem
Terra natal Czarnia
Afiliações L.E.G.I.Ã.O.
Justiça Jovem
Liga da Justiça
Habilidades Força e resistência sobrehumanas;
Regeneração espontânea
Gênio em biologia
Imortalidade


Lutando pelo pior filme

Lobo é um personagem de histórias em quadrinhos da DC Comics, criado em 1983 por Keith Giffen e Roger Slifer.

Esse anti-herói é um alienígena humanóide nascido no planeta Czárnia há mais de 400 anos. Tem 1,93 metros de altura e pesa 138 quilos. Tem a pele branca e duas manchas negras em volta dos olhos (que são vermelhos). Possui força sobre-humana, olfato super-desenvolvido, capacidade de cura, imortalidade e nenhuma moralidade.

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Lobo (Pré-Crise)

Esta primeira versão de Lobo revela um personagem bem diferente do que conhecemos. Ele surgiu em Omega Men #3. O conceito original de Lobo foi criado por Keith Giffen durante seu trabalho como desenhista no gibi Omega Men, da DC Comics. Junto com Roger Slifer, roteirista da revista, eles lançaram o personagem na edição 3, lançada em março de 1983.

Inicialmente, Lobo era apenas um personagem coadjuvante, criado como um caçador de recompensas que recebia a tarefa de capturar o grupo de alienígenas fugitivos que dava título à revista. Após sua primeira participação, voltou em algumas outras edições, sempre com sua dubiedade moral.

Sua história e visual eram diferentes dos atuais. Seu planeta de origem era chamado de Velórpia (e não Czárnia) e possuía a capacidade de se multiplicar quando fosse atingido. Ele é brutal, mas não ao ponto de ser totalmente insensível. Ele até quis libertar conhecidos seus quando os Omega men estavam rondando uma prisão intergalática. Ele não mantém sua atração por promessas, e pode facilmente mudar de lado se a outra parte pagar mais ("Nada pessoal", conforme ele mesmo dizia).

Esta versão de Lobo não matou seu planeta Natal. Nesta versão, os Psions mataram os Velorpianos, Lobo é o último da espécie.

Ele não detém problemas psicológicos, tabagismo ou alccolismo, mas ainda é bem irônico. Não tão forte quanto sua versão Pré-Crise, ele é bastante veloz, até mesmo puxando a arma dum inimigo para fora do coldre para tirá-la dele.

Ele não utilizava vestimenta ou acessórios punk, mas um traje futurista de cor roxa e abóbora; não falava palavrões nem gírias (até corrigindo um prisioneiro que falou um, em Omega Man 10). Sua moto não tinha a caveira encrustada, e parecia mais tecnológica. O curioso é que este Lobo podia emanar luz das mãos, para iluminar o ambiente. Velorpia não era nenhum planeta paraíso. Sua população aumentava constantemente (devido a seu sistema de reprodução), o que esgotou seus recursos, e aumentou a ganancia de seus habitantes. Os Psions ofereceram riquezas aos velorpianos para estudar seu sistema de reprodução, e estes aceitaram. Os Psions conseguiram criar então um dispositivo que emulava a reprodução velorpiana em outros seres. Os Psions na verdade temiam que os Velorpianos em sua constante expansão populacional começassem a procurar outros mundos e entrar em conflito com eles. A perspectiva de enfrentar um inimigo que se multiplicava as centenas quando era morto assustava as criaturas. Então os Psions criaram um vírus que tornou os Velorpianos estéreis de certo modo, eles poderiam ainda se autoreplicar, mas qualquer tentativa de reproduzir-se pelos modos naturais resultava em natimortos.

http://www.adherents.com/lit/comics/img/l/Lobo.jpg

Lobo (Pós-Crise)

Quando Keith Giffen assumiu o roteiro do gibi da Liga da Justiça, desenvolvendo a chamada “fase cômica”, ele trouxe Lobo de volta para uma história em quatro partes, na qual ressaltou o lado cômico do personagem, exagerando em sua violência e colocando-o como uma espécie de paródia do conceito de anti-herói violento e sem limites que invadia os quadrinhos de então.

Contudo, o personagem fez um sucesso tão grande entre os leitores que acabou se tornando um dos principais modelos daquilo que Keith Giffen pretendia satirizar. A partir daí, tornou-se parte fixa do gibi da L.E.G.I.Ã.O., fez diversas participações especiais em revistas de outros personagens, e chegou até a ganhar sua própria série regular.

Os dois gibis que mais colaboraram para o aumento de sua popularidade foram a minissérie “Lobo - The Last Czarnian” (no Brasil, “Lobo: O Último Czarniano”) e “Lobo Paramilitary Christmas Special” (no Brasil, “Lobo versus Papai Noel”), na qual ele é contratado pelo Coelho da Páscoa para assassinar o Papai Noel. Ambas as revistas foram desenhadas por Simon Bisley e tiveram a co-autoria de Alan Grant, dois nomes que ficaram fortemente ligados a Lobo.

Seu visual foi inicialmente inspirado no grupo de rock Kiss. Atualmente, houve uma pequena reformulação em seu design após a minissérie “Lobo Unbound” (no Brasil, “Lobo Sem Limites”), inspirado no roqueiro Rob Zombie.

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História (na ficção)

Lobo nasceu há 400 anos no planeta Czárnia. Seu nome deriva de um dialeto Khúndio, que significa "aquele que arranca suas tripas e gargalha de alegria com isso". Esse planeta era um modelo de paz na galáxia. Não havia guerras, todos os habitantes viviam em plena harmonia, e até a morte era apenas uma opção, já que todos eram praticamente imortais, viviam centenas de anos e ainda tinham a capacidade natural dos czarnianos de criarem clones com uma simples gota de sangue.

Como uma maldição ou um jogo do destino, Lobo nasceu totalmente diferente de seus compatriotas. Mal nasceu, já arrancou os dedos da parteira e assassinou seus médicos. Incontrolável e indestrutível como todo czarniano, até os 18 anos praticou todo tipo de vandalismo e assassinatos em Czárnia. A História dos czarnianos e seu planeta se encerrou quando Lobo criou um enxame de microscópicos escorpiões voadores, que extinguiram toda a vida no planeta. Lobo tornou-se então o último czarniano vivo.

Durante sua vida, Lobo buscou vários empregos que fizessem sentido à sua “alma de assassino”, até que resolveu ingressar no ramo dos caçadores de recompensas. A partir daí, passou a matar por dinheiro. Nessa época se auto-intitulava "assasssino da realeza" e "flagelo da galáxia".

Por suas suas incríveis capacidades foi procurado por todos os tipos de "vilões", que o levaram a fechar contratos extremos, colocando-o cara a cara com os personagens mais poderosos do universo. Encontrou-se com diversos heróis do espaço e da Terra, tendo derrotado facilmente o Superman após uma série de bebedeiras. Em uma luta com Gnort, um lanterna verde, o venceu facilmente. A explicação de Lobo no episódio foi "seu anel funciona a base de força de vontade. Pois ninguém tem mais força de vontade do que eu". O Maioral, como gosta de ser chamado, também teve encontros com personagens de outras editoras, como Máskara, Juiz Dredd e Wolverine (este último, o derrotou numa luta decidida por voto de leitores no gibi “Marvel vs. DC”, resultado que causa polêmica até hoje).

Fez parte também de três grupos de heróis: L.E.G.I.Ã.O., Liga da Justiça e Justiça Jovem. No primeiro, foi obrigado por Vril Dox a trabalhar para sua polícia espacial, após ter sido derrotado em uma luta suja, previamente armada por Dox. Lobo criou centenas de clones de si mesmo que dominaram um planeta. Ele participou do grupo até sua dissolução.

Na Liga da Justiça, Lobo foi membro duas vezes por um tempo curtíssimo. Na primeira, foi durante uma missão que havia recebido para assassinar os membros do grupo. Fingindo ser amigo para se infiltrar, foi classificado como membro honorário. Tempos depois, participou da Liga da Justiça dos Alienígenas, durante uma saga da Liga da Justiça em que cada membro montou sua própria versão do grupo (essa fora criado por Superman e Caçador de Marte).

Personalidade

Lobo não sente dó ou piedade de nenhum ser vivo. Os únicos seres do universo a que têm apreço (ou algo semelhante a amor) são os golfinhos espaciais, que cuida e alimenta como verdadeiros filhos amados. Apesar de falta de moralidade e de não se preocupar com nada nem ninguém, Lobo possui um código de ética: Ele mantém sua palavra custe o que custar. Se combinar a realização de algo, o fará a qualquer custo, mesmo prejudicado. Isso o colocou em maus lençóis quando prometeu se juntar a Vril Dox se ele o vencesse em uma luta. Apesar de muitas vezes revoltado, nunca voltou atrás em nada que prometeu.

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Poderes e capacidades

Sua força é extremamente alta, capaz de rivalizar com seres poderosos como Superman.Por exemplo, já meteu Superman inconsciente sem grande esforço aparente. Lobo possui um sentido de rastreamento apuradíssimo, que permite que encontre qualquer objeto ou pessoa que teve contato, mesmo que esteja do outro lado do universo. Sua única fraqueza é quanto a gases venenosos. Lobo ainda viaja no vácuo, sem necessidade de oxigenio, com uma moto espacial. Sua resistência, sobrehumana, é deveras estranha: ele pode ser ferido, por balas, facas, e o que mais vier, mas não morre.

Em Guy Gardner Renasce, Lobo demonstra uma grande resistência ao fogo, quando vários trovejantes a seu lado foram incinerados por uma estátua de Sinestro, mas o Maioral nada sofreu além de cabelos chamuscados.

Contudo, ele não pode morrer de forma alguma. No gibi “Lobo’s Back” (no Brasil, “Lobo Está Morto”), ele é assassinado e sua alma é encaminhada para o Céu. Após várias confusões e muita violência astral, nem Céu nem Inferno o aceitam, e sua alma é devolvida para o corpo. Após isso sua alma sempre volta ao seu corpo, mesmo que só reste uma gota de sangue, por exemplo (sua capacidade regenerativa cuida de formar um novo corpo a partir do pedaço que sobrou).

Durante a maior parte de sua vida Lobo literalmente aterrorizava seus adversários apenas com sua presença. Seus oponentes evitavam o confronto, sob pena de cada de gota de seu sangue se tornar outro Lobo. Essa capacidade foi tirada por Vril Dox após uma saga da L.E.G.I.Ã.O., onde Lobo usou ao máximo seu poder de replicação, tornando-se estéril. Tempos depois, foi descoberto que um dos clones de Lobo havia sobrevivido, e se tornado mais inteligente que o próprio Lobo. Em confronto, um dos Lobos ganhou, mas até hoje não se sabe se o original ou o clone. Se o clone venceu, então o Maioral ainda poderia ter o poder de replicação. Entretanto, o Maioral foi visto posteriormente tirando um mini-rádio do próprio cérebro; isto conclui que o Lobo original ganhou, pois somente matéria orgânica pode ser reproduzida.

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Desenvolvimento

Após seus primeiros anos como personagem secundário dos Omega Men e, em seguida, como coadjuvante da Liga da Justiça e da L.E.G.I.Ã.O., Lobo começou a participar ativamente de outras revistas da DC Comics.

Em 1991, Lobo fez sua primeira grande participação em revistas de outros personagens nas edições 11 a 15 do gibi “The Demon”, estrelado por Etrigan. No mesmo mês em que foi lançada a última edição de “The Demon” com Lobo, já era possível encontrá-lo também na revistas “Legion of Super-heroes” #22 e “War of the Gods” #1, além da sua participação na L.E.G.I.Ã.O.. No final desse mesmo ano, foi publicada “The Lobo Paramilitary Christmas Special” (no Brasil, “Lobo versus Papai Noel”) e uma nova participação especial num arco de histórias da Liga da Justiça.

A popularidade do personagem atingiu o ápice em 1993, após diversas minisséries e edições especiais. Contudo, foi neste ano que Keith Giffen saiu da DC Comics por motivos criativos. Uma de suas piadas no especial “Lobo’s Back” foi proibida, pois traria uma sátira a Jesus Cristo. No mesmo ano da saída de Giffen, surgiu a revista mensal de Lobo (idéia sobre a qual o roteirista era terminantemente contra), que ficou a cargo de Alan Grant.

Durante muito tempo, a revista regular de Lobo foi decepcionando os fãs, já que era menos violenta que as minisséries e especiais. Segundo Alan Grant, o problema é que a DC Comics vetava muitas coisas, pois a intenção era a de que o gibi atingisse um público maior. A popularidade de Lobo começou a cair e ele já não participava tão constantemente dos gibis de outros personagens, embora continuasse sendo utilizado de vez em quando.

A revista regular do Lobo foi cancelada na edição 64, em 1999, com o personagem voltando a ter apenas alguns poucos especiais (já com Keith Giffen de volta). Embora em quantidade extremamente menor do que no início da década de 1990, continuam a sair minisséries e especiais do personagem, embora ele praticamente não apareça mais constantemente no chamado “Universo DC”.

Lobinho e Slobo

Entre 2000 e 2001, o roteirista Peter David introduziu em seu gibi “Young Justice” (com histórias do grupo adolescente Justiça Jovem) o personagem Lobinho, que nada mais era que Lobo transformado magicamente em adolescente.

Apesar da reclamação dos fãs de Lobo quanto à descaracterização do personagem, ele continuou no gibi até que a DC Comics solicitou sua retirada, pois Lobo estrearia a minissérie “Lobo Unbound” e ele precisava ser adulto novamente.

Para continuar utilizando o personagem, Peter David utilizou um subterfúgio e criou o personagem Slobo, que seria um clone adolescente defeituoso de Lobinho. O personagem durou até o fim da revista, em 2003, quando foi destruído por Darkseid.

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Lobo The Duck

Lobo The Duck foi um personagem que fazia um amálgama de Lobo (da DC Comics) e Howard, o Pato (da Marvel). Era parte do crossover “Amalgam”, que trazia mesclas de diversos personagens das duas editoras.

Desenhos animados

Lobo teve participações especiais nos desenhos animados do Super-Homem e da Liga da Justiça. No primeiro, ele participou dos episódios “The Main Man” partes 1 e 2. Apesar de “Main Man” ser o termo em inglês que ele utiliza como apelido e tradicionalmente traduzido como “Maioral”, a dublagem brasileira traduziu o termo como “Homem Invencível”.

Houve uma pequena participação ainda no desenho do Superman no episódio Warrior Queen, no final.

Na série animada da Liga, Lobo participou as duas partes de “Hereafter” (no Brasil, “Agora e Depois”), da segunda temporada do desenho, se auto-elegendo o substituto de Superman, dado como morto até retornar de sua viagem ao futuro distante.

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No Brasil

A primeira aparição de Lobo no Brasil foi no gibi “Liga da Justiça” nº 19, da editora Abril, de julho de 1990. A história era a tradução da que fora originalmente publicada na revista “Justice League International” #18, de 1988. A partir daí, Lobo ganhou popularidade, especialmente depois que as histórias da L.E.G.I.Ã.O. passaram a ser publicadas no gibi “DC 2000”, também da editora Abril.

As histórias da L.E.G.I.Ã.O. pararam de ser publicadas em 1994, na edição 57 de “DC 2000”. Além disso, a editora Abril já havia publicados alguns especiais e minisséries do personagem, como “Lobo Está Morto” (tradução de “Lobo’s Back”), “Lobocop” e “Lobo/Juiz Dredd” (esta última, em 1997). Antes, apenas a editora Globo já havia publicado algo do personagem, com a minissérie “Lobo: O Último Czarniano”.

A partir de 1998, a editora Metal Pesado passou a publicar as minisséries de Lobo, começando por “Lobo/Máskara”. A editora, que mudou de nome duas vezes (tornando-se Tudo em Quadrinhos e, depois, Atitude), continuou publicando histórias dele até 1999, quando fechou.

Em 2001, a editora Brainstore comprou os direitos do personagem e começou publicando o especial “Batman/Lobo”. Em 2002, iniciaram a publicação da série regular de Lobo (pela primeira vez em português), seguindo, com periodicidade irregular, até a 12ª edição, em 2003. Após isso, a editora também fechou.

Em 2004, a editora Panini, que detém os principais direitos de publicação da DC Comics no Brasil, publicou a minissérie “Lobo Sem Limites” (tradução de “Lobo Unbound”).

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